sábado, 5 de dezembro de 2009
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
ééé amigos...
Uma semana de discussões, teses, teorias e de assunto garantido em todos os botecos brasileiros, regados à pastéis e àquela cerveja estupidamente gelada; uma situação distinta, não segundo o mestre das histórias David Coimbra que conta em Zero Hora que em 1966 aconteceu esse curioso episódio paradoxal, no antigo 'Robertão' hoje campeonato brasileiro 'nova fórmula', os times em seus respectivos papéis atuais, o celeste azul perdeu o bendito jogo e o colorado não levantou o caneco ( história no clicrbs ). Time misto, juniores, é claro que pela torcida gremista o entrosado time pré-mirim seria o ideal para essa partida, bandeiras e camisas coloradas são vistas no olímpico, jogadores da dupla com declarações de todos os tipos, politicamente corretas em sua maioria. Os jogadores do Inter focados no jogo contra o Santo André, mas, até os 'quero-queros' do beira-rio sabem que o que está em jogo será visto em um maracanã lotado, com colorados, são paulinos e palmeirenses de olho, torcendo por um milagre imortal naquele revaldo mais que místico. Futebol é passional, torcedores são assim, é claro que os jogadores do grêmio não jogarão como se fossem decidir uma libertadores, os principais jogadores nem entrarão em campo, mas todos são profissionais, com um nome e uma carreira a zelar, espero que o 'corpo-mole' fique só nas declarações do bom jogador Souza e conversas de torcedor, como bom colorado acredito no título mesmo se o selecionado pré-mirim do grêmio entrar em campo, porque primeiramente sou torcedor, e é isso que nós fazemos. Força COLORADO!!!
(salve 'el cholo' peleador!)
(salve 'el cholo' peleador!)
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
bela viagem
entro no vagão mais ao fundo do trem que irá me deixar em meu destino, terras planas cobertas com uma camada densa de uma neve branca até onde os olhos conseguem enxergar, um café sem açucar faz minha percepção do momento maior, absorvo cada gole com reverência admirando aquela imensidão branca, vejo toda aquela paisagem passando em meus olhos, mas ela ficará, diferente de mim, ao menos por mais tempo, incólume e bela. sinto uma paz e escuto uma voz que ao meu lado diz – “ todos os papéis estão em ordem sr. ? ’’ , – “sim, não preocupe-se com isso, quando chegarmos lá estará tudo resolvido meu caro amigo’’ – olho em seus olhos e procuro passar a certeza que existem em palavras, o café trepída um pouco sobre o repouso contrastando com a neve, abro um jornal comprado na estação, que me informará sobre coisas que não tenho a mínima intenção de saber, mas algo me chama atenção; não a econômia, esportes, ou política em si, mas sim cada pessoa e sua história, seu momento..olho o relógio que marca 12:23 e me sinto bem por ser o dono do meu tempo.
sábado, 28 de novembro de 2009
a simplicidade da vida
simples tal como se ve…
mas a pergunta que me faço é realmente ja vimos uma garrafa quebrar ou apenas as quebramos nas paredes, no asfalto, na vida, quebramos todas as nossas garrafas para liberar nossa rotina, liberar nosso destino, liberar a beleza simples do som…
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
um dia de poker
Rolavam as fichas na mesa sobre aquele pano verde, tal qual um gramado dos grandes times europeus, eu era apenas mais um jogador esperando aquela oportunidade de fazer a minha sorte mudar, fitando os olhos adversários e tentando ler seus pensamentos que se demonstravam na face concentrada de cada um, dinheiro alto, mais do que eu estava acostumado em mesas menores e menos emocionantes, uma mão boa era mais que uma oportunidade e não queria transformar aquelas duas cartas mágicas em cinzas, encarei minhas fichas de modo discreto como quem diz a elas “ vocês sabem o que fazer, não me desapontem’’, eu sentia que aquele momento era distinto e que todas elas mereciam um lugar ao centro da mesa, apostei alto de início como quem tira pra dançar a mulher mais bela de todas,confiante que seria a rodada final,eram apenas dois jogadores agora…podia sentir a adrenalina do ambiente atrás da racionalidade de cada aposta, um movimento em falso e a cabeça de cada um voaria mais longe do que qualquer um poderia imaginar, mas não havia espaços para a dúvida, sem fichas a minha frente agora, todas espalhadas ao centro esperando um lugar único a voltar e nada poderia mudar isso, fitei o copo de whisky ,quase no fim, esperando a próxima rodada…foi um dia de sorte que faz a diferença quando se está preparado e com cartas à mesa.
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